É sério que já tem outra novela??
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
É verdade!
"Verdade não é para agredir. Não é para ferir. Não é para machucar.
Confunde-se verdade com grosseria, com preguiça, com indisposição.
Ser honesto é cuidar do que se diz e como se diz. O importante é não mentir.
Custa muito ser gentil? Custa sim! Custa pensar duas vezes, desejar duas vezes, amar duas vezes.
A grosseria que é de graça.
Verdade é feita para ajudar. Não há maior verdade do que a delicadeza."
(Fabrício Carpinejar)
Confunde-se verdade com grosseria, com preguiça, com indisposição.
Ser honesto é cuidar do que se diz e como se diz. O importante é não mentir.
Custa muito ser gentil? Custa sim! Custa pensar duas vezes, desejar duas vezes, amar duas vezes.
A grosseria que é de graça.
Verdade é feita para ajudar. Não há maior verdade do que a delicadeza."
(Fabrício Carpinejar)
quinta-feira, 17 de maio de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Os machistas no Dia Internacional da Mulher
Reproduzo o texto abaixo por inúmeros motivos. Primeiro, achei ótimo. Segundo, estou sem tempo para escrever sobre o assunto e um pouco sem paciência, pois falo disso quase que diariamente. Finalmente, pela importância do tema. Ainda falta muito para uma sociedade mais justa, em vários sentidos.
Os machistas no Dia Internacional da Mulher
Uma chance para os homens entenderem que as palavras que acham lindas podem ser muito ofensivas. Quem sabe esses discursos entram em extinção?
Por Cynthia Semíramis [08.03.2012 10h20]Publicado originalmente no Blog da Cynthia Semíramis, em 2008. Foto por Cintia Barenho.
Como estou cansada de todo ano ouvir discursos machistas no Dia Internacional da Mulher, este ano preferi fazer a listinha das besteiras que eu já ouvi. Tenho certeza que vocês conhecem pelo menos alguma delas. Aproveitei também para explicar o quê está de errado nessas frases ridículas, pra ajudar os moços a entenderem que as palavras que eles acham lindas podem ser muito ofensivas. Quem sabe esses discursos entram em extinção?
mulheres, vocês embelezam o mundo
esse vocês já conhecem de outros posts. É aquela pessoa “simpática” que pensa que mulheres são enfeites. Entram na mesma categoria os piegas do “uma flor para outra flor”. Pra essa pessoa, uma mulher é, na verdade, um vaso de flores gigante: enfeita a sala, não se move sozinho, precisa de alguém pra mantê-lo vivo, e é mudo.
parabéns por ser mulher
eu, hein? Esse aí pegou o bonde andando e não entendeu nada. Que tal parabenizar as mulheres por, em pouco mais de um século, terem mudado a sociedade completamente, e pra melhor? Que tal parabenizá-las por terem largado uma vida como objetos, e se tornarem sujeitos de direito? Que tal parabenizá-las por abdicarem de uma vida de inatividade política, e exigirem o direito de votar e serem votadas? Mas não… quem parabeniza a mulher por ser mulher não percebe nada disso. Pra ele, o que importa é que a mulher é a coisa mais importante do mundo. Desde que caladinha, obediente, delicada, amorosa. Ou, em outras palavras, enfeitando o ambiente, igualzinho à opinião do machista do tópico anterior.
eu adoro as mulheres, afinal, nasci de uma
quem fala essa pérola é aquela pessoa que pensa que ser mulher é igual a ser mãe. Um reducionismo impressionante! Homem pode ter profissão, pode ser solteiro, casado, ter filhos, e continua sendo homem… já mulher só é mulher se for mãe. Essa teoria só não explica como classificar alguém que não pertence ao sexo masculino, nem tem filhos.
O curioso é que, nessas horas, não existe pai: eu adoro os homens, afinal, nasci de um… O filho é só da mãe (mas quando se trata de controlar o corpo e a vida da mãe, aí o pai/”dono” aparece rapidinho…)
falta um dia do homem
tadinho, está se sentindo abandonadinho porque não tem um dia com o nome “homem”. Se ele parar de olhar pro próprio umbigo, vai perceber que todos os dias são dos homens, nem precisa de uma data oficial pra isso. São eles que ainda têm todos os privilégios na sociedade. Afinal, o homem não se torna homem só porque é pai, ele não recebe menos por ser homem, não tem menos chances no mercado de trabalho porque é homem, não é descartado porque ficou gordo, velho ou grávido, não é tratado como invasor da profissão alheia só porque é homem… Quem reclama que não tem um dia do homem é um egoísta que está chorando de barriga cheia.
Pergunte se ele quer trocar de lugar com uma mulher, assim ele vai ter um dia pra ele; você vai ouvir a resposta negativa mais escandalosa do mundo. Na verdade, ele odeia tanto as mulheres que acha que elas só servem pra ficar caladas, fazendo serviços domésticos e sexuais, e enfeitando o ambiente. Mudas, é claro, pois se reivindicarem qualquer coisa (inclusive uma data de luta), estão exagerando os problemas pra chamar a atenção. E, caso não tenham entendido ainda, só ele pode chamar a atenção…
os outros 364 dias são do homem, huahuahua
esse aí parou o cérebro na época da ditadura militar. Naquela época, todas as datas eram pra elogiar o status quo, e esconder o tanto de coisas que eram mantidas erradas à força. Com a democracia, voltamos a colocar o dedo na ferida e as datas ditas comemorativas se tornaram datas problematizadoras, pois elas dão visibilidade a questões que muitos homens querem esconder, especialmente se o assunto for sexismo. Se o homem tem orgulho de usar a força (das mãos, da lei, das armas, da religião, da mídia) para manter seu status de dominador, e ainda ri disso, é sinal que está completamente em descompasso com o mundo atual e que não respeita mulher nenhuma. É um insensível e, no mínimo, omisso em relação à violência contra as mulheres. E é triste ver alguém tão estúpido ter orgulho dessa estupidez.
pra quê um dia desses? Vocês já são iguais a nós!
esse aí não leu meu post do ano passado. Provavelmente, a última coisa que ele leu foi que a Constituição da República declarou que homens e mulheres têm direitos iguais. De lá pra cá, não leu mais jornais nem revistas, não assistiu televisão nem conversou com ninguém, pois não sabe que a igualdade de fato está longe de ser alcançada. Tivemos de fazer uma lei pra combater violência doméstica, ainda precisamos de pressão política para melhorar as condições de trabalho, saúde e educação das mulheres, e falta acabar com o sexismo em todas as suas formas. Que igualdade é essa que tem tantas distorções e necessidade de correções? Conversar com gente desatualizada é terrível… pior ainda é quando têm orgulho de estar, pelo menos, 20 anos atrasados…
o dia é de comemoração, e você vai reclamar?
outro que parou na época dos militares e acha que tudo é pra comemorar. A vida dele é uma festa, e ele não percebe que a vida das mulheres raramente é assim. A vantagem é que, querendo ou não, ele vai ter de ouvir as reclamações. Quem sabe alguma delas entra na sua cabecinha retrógrada e muda alguma coisa – pra melhor – na vida das mulheres que convivem com ele?
continue a ser essa mulher linda, doce, gentil e afetuosa que você é
aviso para as mulheres: se vocês não são lindas, doces, gentis, afetuosas nem sensíveis o tempo todo, vocês não são mulheres. Favor passarem para a categoria “inadequada”, pois não sabemos o que vocês são. Homens são homens, não importa suas características. Até os trogloditas consideram que dizer que um homem é gentil pode ser um elogio. Mas, seguindo a lógica do machista, uma mulher, quando não é gentil, deixa de ser mulher. Aí a gente volta pra aquele modelo do primeiro exemplo: mulher só é mulher quando se torna um vaso de flores gigante e mudo.
E ainda acham que estão nos parabenizando…
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A realidade é que se engana...
Quando estamos na calçada, tomamos uma buzinada para deixar o carro passar e os outros pedestres concordam com motorista do carro. Quando, de origem pobre, chegamos a um cargo com bons salários e imaginamos que todos, através de mais esforço, podem atingir o mesmo, como se fosse uma questao de determinação e não de oportunidades para poucos. Quando questionamos injustiças das mais variadas e somos taxados de agressivos por termos opiniões diferentes da maioria sobre um assunto. Quando há crescimento econômico com prosperidade para uns em detrimento de outros. Quando o ponto eletrônico torna-se instrumento necessário não mais para controlar o trabalhodor, mas uma demanda destes como garantia do pagamento das horas extras. A realidade é que se engana quando um precisa esmagar o outro para se destacar, quando a fofoca, a armação e o individualismo são mais valorizados que a ideia de conjunto. A realidade é que se engana quando o cada um por si e a competitividade são enaltecidos e estimulados ao inves da cooperação e da união. A realidade é que se engana quando o lucro fala mais alto que as pessoas. A realiadade é que se engana...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
O que elas querem
Domingo.
Como gosto de fazer, acordo, leio várias noticias, jornais, artigos em blogs, facebook, twitter e coisa e tal. As vezes encontro coisas maravilhosas, textos interessantíssimos sobre o mundo em que vivemos, dicas culturais e tantas outras. Só que eu me deparo também com coisas absurdas, entediantes, preconceituosas e chatas. O PIG é mestre nisso. Na realidade, comecei a escrever esse blog porque achei a tal “ blogosfera” muito mais interessante do que a orkutosfera e principalmente a facebookosfesra, essa, para mim, a pior de todas. A quantidade de inutilidade e de exposição, principalmente de imagens da vida alheia, me enchia um pouco a paciência.
Hoje vi uma discussão na facebookosfera sobre a proliferação de blogs e os malefícios disso para a literatura. Confesso que me irritei um pouco, mas decidi não entrar na discussão e refletir um pouco sobre o assunto. Realmente, esse é mais um blog de, ou seja, os blogs estão se proliferando. Mas quer saber? Acho isso ótimo! Adolescentes estão escrevendo sobre a sua vida pessoal e tem gente que não se interessa por isso? Maravilha. Procure outro blog. Que bom que elas se expressam, trocam com os outros, organizam suas ideias, compartilham. Mulheres estão escrevendo sobre seus relacionamentos fracassados? Ótimo, tem gente que adora isso, se identifica, se emociona, identifica padrões de comportamentos, sei lá. A diferença na Internet é que as opções são muitas. Isso é um grande avanço. Na TV você não pode fazer isso. As opções de programas, principalmente na TV aberta, são reduzidíssimas. Passamos a vida sem poder escolher o que íamos assistir. Agora qualquer um, desde que tenha acesso a Internet, pode criar uma página e expressar suas opiniões, divulgar pesquisas, imagens, dicas, promover encontros. Acho isso ótimo, desde que seja usado para trocar e não para ofender e coisa e tal. A literatura não vai ser afetada por isso. Ela continuará lá, tendo seu papel importantíssimo na composição de um povo, na estruturação do caráter, da língua. Muito do que é feito na blogosfera não se pretende literatura, o povo quer mesmo é se comunicar. E se você não se interessa pelo o que está escrito, não leia!
Outra coisa que chamou atenção ontem foi um dialogo curto com uma amizade dessas que você faz na rua e provavelmente não vai ver nunca mais. Chega o tal do fulano que solta a pérola: “ Tudo bem, já sei que você não vai para onde estou te convidando, estou lendo Comequirezakamá, estou entendido das mulheres!” . Achei o comentário um tanto absurdo, não entendi quem o fulano estava lendo, cheguei até a achar que era algum guro indiano e obviamente não dei muita bola.
O fulano até que quebrou um galhão, o carro não ligava de jeito nenhum e ele, naquele jeito bruto, tira a moça de dentro do carro e mexe daqui, mexe de lá, até que algo acontece. E não é que o diacho funcionou? Depois ele manda novamente o tal comentário, se achando o conhecedor do universo feminino: “estou lendo Comer, rezar e amar. Estou entendendo vocês”. Eu, mega contente com a reanimação do carro e louca para sair dali, continuei sem dar bola e ignorei mais uma vez o comentário.
Hoje, quando acordo, lendo as manchetes do PIG, vejo coisas do tipo “ atriz tal, naturalmente sensual” ou “atriz x emagrece e arrasa”. Aquela cena do dia anterior me voltou a cabeça. Até dei um crédito para o fulano, preocupado em compreender as questões femininas, mesmo discordando de suas estratégias. Continue lendo, meu caro, isso faz bem sempre.
Eu deixo uma dica para tentar sanar sua dúvida em relação as mulheres: respeito. Pratique isso, com as mulheres e com todos os seres, e assim caminharemos juntos. Cada um tem seu cada um, quer uma coisa ou outra. Mas sem respeito, não dá. Pense nisso toda vez que quiser compreender melhor as mulheres.
E quem não quiser ouvir as minhas impressões, que leia outro blog!hehe
Acho que a Aretha concorda comigo!
Como gosto de fazer, acordo, leio várias noticias, jornais, artigos em blogs, facebook, twitter e coisa e tal. As vezes encontro coisas maravilhosas, textos interessantíssimos sobre o mundo em que vivemos, dicas culturais e tantas outras. Só que eu me deparo também com coisas absurdas, entediantes, preconceituosas e chatas. O PIG é mestre nisso. Na realidade, comecei a escrever esse blog porque achei a tal “ blogosfera” muito mais interessante do que a orkutosfera e principalmente a facebookosfesra, essa, para mim, a pior de todas. A quantidade de inutilidade e de exposição, principalmente de imagens da vida alheia, me enchia um pouco a paciência.
Hoje vi uma discussão na facebookosfera sobre a proliferação de blogs e os malefícios disso para a literatura. Confesso que me irritei um pouco, mas decidi não entrar na discussão e refletir um pouco sobre o assunto. Realmente, esse é mais um blog de, ou seja, os blogs estão se proliferando. Mas quer saber? Acho isso ótimo! Adolescentes estão escrevendo sobre a sua vida pessoal e tem gente que não se interessa por isso? Maravilha. Procure outro blog. Que bom que elas se expressam, trocam com os outros, organizam suas ideias, compartilham. Mulheres estão escrevendo sobre seus relacionamentos fracassados? Ótimo, tem gente que adora isso, se identifica, se emociona, identifica padrões de comportamentos, sei lá. A diferença na Internet é que as opções são muitas. Isso é um grande avanço. Na TV você não pode fazer isso. As opções de programas, principalmente na TV aberta, são reduzidíssimas. Passamos a vida sem poder escolher o que íamos assistir. Agora qualquer um, desde que tenha acesso a Internet, pode criar uma página e expressar suas opiniões, divulgar pesquisas, imagens, dicas, promover encontros. Acho isso ótimo, desde que seja usado para trocar e não para ofender e coisa e tal. A literatura não vai ser afetada por isso. Ela continuará lá, tendo seu papel importantíssimo na composição de um povo, na estruturação do caráter, da língua. Muito do que é feito na blogosfera não se pretende literatura, o povo quer mesmo é se comunicar. E se você não se interessa pelo o que está escrito, não leia!
Outra coisa que chamou atenção ontem foi um dialogo curto com uma amizade dessas que você faz na rua e provavelmente não vai ver nunca mais. Chega o tal do fulano que solta a pérola: “ Tudo bem, já sei que você não vai para onde estou te convidando, estou lendo Comequirezakamá, estou entendido das mulheres!” . Achei o comentário um tanto absurdo, não entendi quem o fulano estava lendo, cheguei até a achar que era algum guro indiano e obviamente não dei muita bola.
O fulano até que quebrou um galhão, o carro não ligava de jeito nenhum e ele, naquele jeito bruto, tira a moça de dentro do carro e mexe daqui, mexe de lá, até que algo acontece. E não é que o diacho funcionou? Depois ele manda novamente o tal comentário, se achando o conhecedor do universo feminino: “estou lendo Comer, rezar e amar. Estou entendendo vocês”. Eu, mega contente com a reanimação do carro e louca para sair dali, continuei sem dar bola e ignorei mais uma vez o comentário.
Hoje, quando acordo, lendo as manchetes do PIG, vejo coisas do tipo “ atriz tal, naturalmente sensual” ou “atriz x emagrece e arrasa”. Aquela cena do dia anterior me voltou a cabeça. Até dei um crédito para o fulano, preocupado em compreender as questões femininas, mesmo discordando de suas estratégias. Continue lendo, meu caro, isso faz bem sempre.
Eu deixo uma dica para tentar sanar sua dúvida em relação as mulheres: respeito. Pratique isso, com as mulheres e com todos os seres, e assim caminharemos juntos. Cada um tem seu cada um, quer uma coisa ou outra. Mas sem respeito, não dá. Pense nisso toda vez que quiser compreender melhor as mulheres.
E quem não quiser ouvir as minhas impressões, que leia outro blog!hehe
Acho que a Aretha concorda comigo!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Vai, Lacraia!
Final de semana cheio de alto de baixos.
Enquanto espero a maré mansa chegar, vou me virando como posso. O ponto alto foi certamente o pré-Carnaval do Rio de Janeiro.
No mais, muito de mais do mesmo.Hoje acordei toda entusiasmada com o projeto renovação da casa. Estava eu toda contente, com um calor da porra, fazendo uma jardinagem básica na encosta perto de casa, tentando manter o que resta dela, quando eis que surge para estragar a festa. Sempre tem alguém ou alguma coisa para estragar. Putz grila! Eu, toda emocionada, com todo carinho, dedicação, pensando no meu, no seu, no nosso futuro , cuidando das flores do meu jardim, quando surge uma criatura horrorosa, super estraga prazeres. Lacraia maldita. Dou um mega piti. Jogo o vaso para o alto, voa terra para todos os lados enquanto procuro uma vassoura para me defender da peste dos infernos. Nada. Ela se foi. Se entrevou no meio dos vasos, pequena como só ela, da cor da terra. Agora tenho que conviver sabendo que ela existe. Afff. Pelo menos esse é um baixo pequeno dentro os outros.


Quando você acha que está tudo perdido, surge então uma voz meiga no meio da imensidão na net. “ Amiga, você está aí???” Eba!
Falando em lacraia, isso me lembra um outro baixo, que é generalizado, sobre a vida em sociedade. A gente ainda tem muito que avançar, mudar, refletir. Só de pensar que tem gente que te desrespeita pela sua opção sexual ou sua origem, sela ela econômica, social, territorial, religiosa ou de qualquer outro tipo, me dá aquela sensação de que muito tem que ser feito. Referências precisam ser discutidas e trabalhadas, para que as pessoas possam viver com mais dignidade, com mais harmonia. Já basta o sistema econômico, te pressionando por todos os cantos, ainda tem um sistema de ideias que o tempo todo precisa ser combatido, repensado, criticado, para que não seja um cada um por si e isso seja tido como natural, normal. Não, não é.
Ser professor é um pouco isso. Colocar em questão certas atitudes, preconceitos, valores, posturas diante da vida. As vezes em pequenas coisas que acontecem em sala, grandes debates podem surgir. A gente precisa de referencial o tempo todo. Por isso dialogamos, trocamos e reavaliamos nossas posturas constantemente. E depois de um tempo a gente percebe que tem certas coisas que são muito valiosas. São certezas deliciosas da vida. Amizade, respeito ao próximo, socialismo (hehe) e por aí vai.
Eu não mudo de time. Mesmo com todo o repensar, tem certas coisas que a gente carrega para vida. Hoje em dia, desconfio de que tem um papo de muitas incertezas. Incerteza é diferente de reavaliar posições. Incerteza demais e humanismo de menos. É o egoísmo tomando conta da situação. Estou incerto, será que isso é bom para mim? Esse para mim esquece que a vida é feita de gente que te cerca e suas atitudes não podem ser baseadas somente no que é bom para você.
Pena que tem tanto sanguessuga no caminho para dar umas empatadas de vez em quando, mas até com eles a gente aprende. Aprende tudo que a gente não quer ser!
Só vocês!
Paulinho e Martinho em Maré Mansa
Pena que tem tanto sanguessuga no caminho para dar umas empatadas de vez em quando, mas até com eles a gente aprende. Aprende tudo que a gente não quer ser!
Só vocês!
Paulinho e Martinho em Maré Mansa
Projeto Reforma sofreu uma baixa hoje. Precisando de um arquiteto bom, bonito e barato!
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