Estudando para concursos nesse final de ano, analisei com As Amigas alguns indicadores sociais, como o IDH. Hoje, na estrada, voltando do Natal em família, sempre cheio de surpresas, energético e revigorante, fiquei indignada com o comportamento das pessoas no trânisto. Definitivamente, isso é um indicador de qualidade. Claro que não é fácil medir e tem tantos outros muito mais práticos do que esse, mas que dá para você ter uma noção do caos que você vive, isso dá. É, em parte, um indicador subjetivo.E claro, tem o número de acidentes e mortes, assustadoramente alto nas estradas brasileiras.
Basicamente, para dirigir você precisa de coordenação motora, entender o que cada coisa ali faz, saber as regras de trânsito mas, principalmente, ter EDUCAÇÃO e respeito ao próximo. Ai, ai. E como isso falta!
Regra básica: não ultrapasse pela direita! Tem um murrinha na pista da esquerda? Paciência, chapa. Pisca o farol, dá uma buzinada de leve e sei lá mais o que. Jamais, JAMAIS, ultrapasse pela direita. Por que? É perigoso, coloca a sua vida e a dos outros em risco. Tirando que você passa por muito mané! Murrinha uma hora sai, espere alguns segundos. Sei, você tem muita pressa, é um ser muito importante, mas não coloque a minha vida em risco. Eu posso estar atrás quando ele decidir ir para a esquerda enquanto você estiver na sua ultrapassagem de alto risco.
Outra regra básica: não adianta ficar cortando todo mundo quando o fluxo está intenso. O fluxo está INTENSO, sacou? Tem muita gente na pista. Aceite que você faz parte dessa muita gente na pista e faça sua parte, fique tranquilo na sua, desacelere um pouco. Você vai contribuir com a fluidez do trânsito. Fique numa pista e vá, firme e forte, um pouco mais devagar, e sempre. Todos agradecem. Quer correr, fazer manobra, ultrapassar em zig zag? Aluga um kart de vez em quando!
E claro, dar seta, avisar o que está fazendo, dar vez, passagem, agradecer. Essas coisas básicas que a gente faz fora do carro e que são necessárias quando você divide o mesmo espaço com outros, sabe?
É como eu sempre digo: comece por você.
Ah, fiquei irada com os pedágios também, mas isso eu deixo para outro dia.
Estrada dá pano para manga!
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domingo, 26 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Quem gosta de mudanças?
Hoje acordei toda serelepe. Comemorei o fato de ter nascido na cidade do Rio de Janeiro depois que vi alguns amigos indo para Europa e passando dias para voltar para casa. Pelo fato daqui não fazer "menos" temperatura alguma, e que estamos em pleno verão. De manhã, consegui resolver um milhão de coisas e isso só faz crescer o meu amor por Copacabana, essa capacidade que esse bairro te proporciona para resolver tudo ao mesmo tempo. Só que todo mundo faz isso também. Mas tem uma vantagem enorme nisso, ou você aprende a ser a pessoa mais paciente do mundo ou você pira de vez.. Tudo certo para o programa da tarde: ir para Niterói ver o Vale a pena ver de novo da defesa de um amigo. Sem problemas. Frequentei Niterói por anos. Saí de casa e em poucos minutos todo o mundo rosa que eu tinha cuidadosamente criado pela manhã se foi. Primeiro, um calor, mais um calor daqueles! Tudo bem , eu pensei. Poderia ser pior, poderia estar frio, algo que eu abomino. Segundo, fiquei meia hora esperando o maldito ônibus para Niterói que, apesar de ter sido quase atropelada, acenando insistentemente para ele parar, o motorista ignorou totalmente a minha presença e se foi. Eu corri como uma louca, imaginando que o sinal seria camarada comigo e ele pararia. Nada. Finalmente entro no maldito para Niterói, porque estava um trânsito daqueles. Tive sorte, peguei um dos últimos lugares. Uma hora depois, já desesperada, e em Botafogo, começo a ligar para as pessoa para ver se aquele meu humor da manhã voltava. E nada. Finalmente, na Cinelândia, o ônibus lotado e parado por 10 minutos, resolve descer e ir andando até a Praça XV. Ando uns 100 metros e percebo que está quente e longe. Desisto. Cabeça baixa, pego o metrô e volto para casa.
Moral da estória. To ficando velha. Quando eu ia para Niterói, dava para pegar esse maldito ônibus no horário que eu cheguei e nao pegar tanto trânsito. Eu até sabia disso, mas insisti, porque naquele tempo dava. Grrr....
E para piorar, subindo a ladeira da minha casa, escuto um grupo de crianças cantarolando o alfabeto "a b c... u v w x z". Oi? v W x z??? Cacete, colocaram o W no meio. Só que eu sempre cantei do outro jeito! É, para manter a tradição, vou acabar com uma musiquinha " Camarão que dorme a onda leva..." Naufraguei hoje!
Moral da estória. To ficando velha. Quando eu ia para Niterói, dava para pegar esse maldito ônibus no horário que eu cheguei e nao pegar tanto trânsito. Eu até sabia disso, mas insisti, porque naquele tempo dava. Grrr....
E para piorar, subindo a ladeira da minha casa, escuto um grupo de crianças cantarolando o alfabeto "a b c... u v w x z". Oi? v W x z??? Cacete, colocaram o W no meio. Só que eu sempre cantei do outro jeito! É, para manter a tradição, vou acabar com uma musiquinha " Camarão que dorme a onda leva..." Naufraguei hoje!
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